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Crítica Textual

Manuscritos Bíblicos Antigos

As testemunhas paleográficas mais autoritativas da Bíblia: códices em pergaminho, papiros do deserto e os Manuscritos do Mar Morto (Qumran).

א / 01 c. 330–360 d.C.

Códice Sinaítico (Codex Sinaiticus)

Material: Pergaminho animal fino (vitela e novilho)
Idioma: Grego Koiné (Uncial / Maiúsculo)
Localização Atual: British Library (Londres), Mosteiro de Santa Catarina (Sinai), Biblioteca Nacional Russa e Biblioteca da Univ. de Leipzig.

Descoberto no Mosteiro de Santa Catarina aos pés do Monte Sinai pelo teólogo alemão Constantin von Tischendorf em 1844 e 1859. Constitui um dos dois mais autoritativos testemunhos para a crítica textual do Novo Testamento grego moderno (NA28 / UBS5).

1QIsa-a c. 125 a.C.

Grande Rolo de Isaías do Mar Morto (1QIsa-a)

Material: Couro curtido cosido com linho (7,34 metros de comprimento em 54 colunas de texto)
Idioma: Hebraico Bíblico
Localização Atual: Santuário do Livro, Museu de Israel (Jerusalém).

A descoberta mais espetacular da arqueologia bíblica do século XX. O manuscrito é mais de 1.000 anos mais antigo do que o texto massorético completo previamente conhecido (o Códice de Leningrado de 1008 d.C.), demonstrando uma espantosa e meticulosa fidelidade na transmissão dos textos proféticos ao longo de um milênio.